Vítima de queda de helicóptero no Sul do Rio viajava com identidades falsas

Um dos mortos no acidente de helicóptero em Rio Claro, no Sul Fluminense, na manhã da última quinta-feira (15), viajava com duas identidades falsas, uma do Paraguai, em nome de Ercílio Daniel Lopez, e a outra de Minas Gerais, identificada como Roberto Augusto dos Santos. Os documentos estavam com a mesma foto.

A Polícia Civil tenta identificar de onde saiu a aeronave que não tinha autorização para voar porque estava com o certificado vencido e a documentação de aeronavegabilidade cancelada.

O acidente aconteceu no distrito de Passa Três, uma área de difícil acesso e de sinal de telefonia fraco.

O piloto identificado como Gelson Moraes da Silva, de 34 anos, morreu no local. Ele tinha autorização da Agência Nacional de Aviação Civil para pilotar.

A aeronave tinha sido comprada há cerca de um mês e está em no nome de Kaio Genario Ferreira de Melo. Ele ainda não foi localizado para prestar esclarecimentos, mas vai responder por duplo homicídio com dolo eventual, ou seja, quando mesmo sem intenção, se assume o risco de matar.

Uma falha no motor devido a falta de combustível pode ter sido a causa da queda do helicóptero. Mas somente a apuração do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos vai determinar o que causou, de fato, o acidente.

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